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Certificado de Deposito Bancario

CDB. Uma Alternativa de Investimento Garantida pelo FGC

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Eles são emitidos pelos bancos, registrados na Central de Custódia de Títulos Privados (Cetip) e vendidos ao público como forma de captação de recursos através das agências. Os bancos usam parte desse dinheiro para financiar o crédito direto ao consumidor – CDC (via cheque especial), empréstimos para capital de giro das empresas, compra de bens e serviços, etc.
As taxas que os bancos remuneram o CDB dependem da necessidade de captação dos bancos e está diretamente relacionada com a segurança dos bancos.

 Bancos mais seguros  possuem taxas menos atrativas do que  bancos pequenos e médios. Em função da facilidade em captação de recursos.
O risco do CDB é baixo por se tratar de renda fixa. O maior risco está associado à solidez da instituição. Porém, a aplicação é garantida até o limite de R$ 250.000,00 por conta pelo fundo garantidor de crédito (FGC).

CDB – Prefixado
Os CDBs prefixados são títulos que não têm prazo mínimo, não podendo ter o seu vencimento em sábados, domingos, ou feriados. A rentabilidade destes títulos é determinada na hora da aplicação, e portanto, você saberá previamente o quanto irá receber no vencimento. Quando a tendência é de queda na taxa de juros, o melhor investimento é o CDB pré-fixado, pois dessa maneira, o CDB vai render sempre àquela taxa. 

CDB – Pós-fixado
Os CDBs pós-fixados podem ser oferecidos pelos bancos com ou sem liquidez diária, rendem de acordo com o desempenho de indicadores como os certificados de depósito interbancário (CDI) ou a taxa de referência (TR). Estes títulos são populares em momentos onde existe perspectiva de aumento dos juros. Ou seja, se a tendência é aumento na taxa de juros, o melhor investimento é o pós-fixado, pois se o juros subir, seu CDB vai acompanhar a taxa, e terá uma maior rentabilidade. Não é possível determinar a rentabilidade exata do CDB no momento da compra, somente no momento do resgate.

CDB – IPCA
Esse tipo de CDB é o melhor indicado para se proteger contra a inflação. Os bancos geralmente pagam uma pequena taxa ao ano pré-fixada no momento da compra mais a variação mensal do IPCA. O IPCA (índice de preços ao consumidor amplo) é calculado pelo IBGE e é o índice oficial de inflação no país. Em um CDB atrelado ao IPCA, geralmente, a taxa pré-fixada mais a taxa do IPCA estão muito próximas da taxa selic. Porém, como a inflação varia mensalmente, você pode obter mais rentabilidade ou não nesse CDB (em comparação à taxa Selic). Para aplicar nesse tipo de CDB, a melhor indicação é em períodos onde a inflação esteja alta. Dessa maneira, seu título renderá mais. Não podemos esquecer também que dificilmente os bancos aceitam o resgate desse tipo de CDB antes do prazo de vencimento. Para saber se o CDB vinculado ao IPCA rende mais que o CDB-DI é só somar as taxas. A taxa maior irá te dizer qual o CDB que renderá mais.

CDB – IGPM
O CDB vinculado ao IGPM é bem parecido com o CDB vinculado ao IPCA. A diferença é que o índice que vai corrigir o CDB é o IGPM. O IGPM é calculado pela FGV, e analisa as variações de preços de alguns setores da economia. Esse índice também varia mensalmente. As características desse CDB são: Uma taxa pré-fixada no momento da compra + a variação mensal do IGPM. É aconselhável investir nesse CDB quando o índice IGPM está alto, ou sua perspectiva é de aumento da taxa.

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